google-site-verification=v36pZOsNQSDACoZ634sQgQi30QVRhPyJy0HrhoxIUmM Controle de daninhas e lagartas na soja: biotecnologia Brasmax | Brasmax

Como as biotecnologias ajudam no controle de plantas daninhas e lagartas na soja

Como as biotecnologias ajudam no controle de plantas daninhas e lagartas na soja

Plantas daninhas resistentes e lagartas adaptadas são desafios que comprometem a produtividade da soja e o lucro do produtor. Para combater essas ameaças crescentes, as biotecnologias surgem como a resposta mais eficaz. 

Inovações genéticas, incorporadas nas sementes Brasmax, oferecem soluções que protegem a lavoura, simplificam o manejo e permitem que o agricultor foque na maximização do potencial produtivo de cada hectare, garantindo confiança e resultados comprovados no campo.

A história da biotecnologia na soja brasileira é marcada por avanços significativos, cada um respondendo a necessidades específicas do campo. A tecnologia IPRO (Intacta RR2 PRO®) representou um marco, introduzindo a proteção contra as principais lagartas da cultura da soja e a tolerância ao herbicida glifosato. Essa combinação trouxe uma nova era de manejo, simplificando o controle de pragas e daninhas e contribuindo para a estabilidade da produtividade.

 

Antes da introdução da biotecnologia, o controle de pragas dependia exclusivamente de aplicações frequentes de inseticidas químicos, o que elevava os custos de produção e aumentava a exposição do trabalhador rural a produtos químicos. A chegada das proteínas Bt permitiu que a própria planta produzisse substâncias capazes de controlar lagartas específicas ao serem ingeridas por elas. Esse avanço reduziu drasticamente a necessidade de intervenções externas e permitiu um manejo mais equilibrado, favorecendo inclusive a preservação de inimigos naturais das pragas no ecossistema da lavoura.

 

A tolerância ao glifosato permitiu que o produtor utilizasse um herbicida de amplo espectro para o controle de uma vasta gama de plantas daninhas, simplificando o manejo e reduzindo a competição por nutrientes e água. No entanto, com o passar dos anos e o uso intensivo da mesma tecnologia em grandes áreas, surgiram novos desafios, como a resistência de certas espécies de plantas daninhas e o aparecimento de lagartas não controladas pela proteína Bt original. Esse cenário de pressão biológica impulsionou a ciência a buscar novas plataformas biotecnológicas, capazes de oferecer múltiplos modos de ação e maior flexibilidade de manejo.

A Intacta 2 Xtend® (I2X) representa a terceira geração da biotecnologia em soja, desenvolvida para oferecer um patamar ainda mais elevado de proteção e flexibilidade no manejo. Esta plataforma incorpora características que visam o máximo potencial produtivo da lavoura. 

A plataforma I2X é composta por dois pilares fundamentais: a genética de elite e a biotecnologia de ponta. As cultivares que carregam essa tecnologia são selecionadas por seu alto potencial de rendimento, garantindo que o produtor tenha em mãos o que há de mais moderno em termos de produtividade. Além disso, a flexibilidade no manejo de plantas daninhas é um dos grandes atrativos dessa plataforma, permitindo o uso de ferramentas químicas mais potentes contra espécies que já não respondem ao glifosato isoladamente.

Um dos diferenciais da I2X é a tolerância ao herbicida dicamba, que se mostra altamente eficaz no controle de plantas daninhas de folha larga, inclusive aquelas que desenvolveram resistência a outros herbicidas, como a buva (Conyza spp.) e o caruru (Amaranthus spp.). Essa ferramenta permite um manejo mais robusto e estratégico, garantindo a limpeza da lavoura e reduzindo a competição por recursos, o que se traduz em maior produtividade. 

O dicamba é um herbicida hormonal que atua de forma sistêmica, sendo translocado por toda a planta daninha e garantindo um controle eficaz mesmo em estágios mais avançados de desenvolvimento. Além da tolerância a herbicidas, a I2X oferece uma proteção mais abrangente contra um espectro maior de lagartas, incluindo espécies de difícil controle como Helicoverpa armigera e Spodoptera cosmioides

O Sistema Enlist® e a tecnologia Conkesta E3® são soluções que trazem flexibilidade e um controle ainda mais completo para o produtor de soja, abordando tanto as plantas daninhas quanto as lagartas de forma integrada. 

O Sistema Enlist combina biotecnologia, herbicidas de nova geração e boas práticas agrícolas. Ele foi desenhado para oferecer ao produtor o máximo de conveniência e eficiência, permitindo o uso de múltiplos modos de ação para combater a resistência. A tecnologia Conkesta E3 agrega a essa plataforma a proteção contra lagartas, criando uma solução de manejo 360 graus que protege a lavoura de ponta a ponta.

 

O Sistema Enlist se destaca pela tolerância a três herbicidas: 2,4-D Colex-D®, glifosato e glufosinato de amônio. Essa combinação oferece ao produtor um leque de opções para o manejo de plantas daninhas, especialmente as de difícil controle e resistentes. O 2,4-D Colex-D possui uma formulação de baixa volatilidade e deriva, o que aumenta a segurança da aplicação e reduz riscos de contaminação cruzada. 

A tecnologia Conkesta E3® integra o sistema Enlist com a proteção contra lagartas, utilizando duas proteínas Bt. Essa dupla ação confere uma defesa robusta contra as principais pragas da soja, garantindo que a lavoura esteja protegida desde as fases iniciais de desenvolvimento. A combinação de tolerância a herbicidas e proteção contra insetos oferece um manejo de resistência completo e simplificado, resultando em maior eficiência operacional. 

Nenhuma tecnologia, por mais avançada que seja, é imune ao desenvolvimento de resistência se não for utilizada de forma tecnicamente correta. O manejo integrado de pragas (MIP) e o manejo de resistência de plantas daninhas (MRPD) são pilares essenciais para preservar a vida útil das biotecnologias e garantir que elas continuem entregando resultados safra após safra. O uso de áreas de refúgio — o plantio de uma porcentagem da área (geralmente 20%) com sementes que não possuem a tecnologia Bt — é uma prática obrigatória e fundamental. O refúgio permite a sobrevivência de indivíduos suscetíveis das pragas, que irão se acasalar com eventuais indivíduos resistentes que sobreviveram na área tecnológica, garantindo que a descendência continue sendo controlada pela biotecnologia.


Além do refúgio, a rotação de culturas e a alternância de princípios ativos de herbicidas e inseticidas são práticas indispensáveis para o sucesso a longo prazo. O produtor deve evitar o uso repetitivo do mesmo modo de ação, buscando sempre diversificar as ferramentas de controle. A Brasmax apoia e incentiva essas práticas, entendendo que a sustentabilidade da produção agrícola brasileira depende do uso consciente, ético e técnico de todas as inovações disponíveis no mercado de sementes e defensivos. É fundamental entender como as decisões de hoje impactam o futuro da produtividade no campo.

Abaixo, um comparativo técnico entre as principais tecnologias disponíveis no mercado para controle de plantas daninhas e lagartas na soja:

Para áreas com histórico severo de plantas daninhas de folha larga resistentes ao glifosato, a I2X com dicamba ou o Sistema Enlist com 2,4-D Colex-D podem ser as opções mais indicadas para garantir a limpeza inicial da lavoura. Já para regiões com alta pressão histórica de lagartas do complexo Spodoptera, a I2X e a Conkesta E3® oferecem proteção superior devido à presença de proteínas Bt adicionais. A Brasmax, com seu portfólio diversificado de cultivares que incorporam essas tecnologias, está preparada para auxiliar o produtor na tomada de decisão técnica, buscando sempre a solução que melhor se adapta às suas necessidades específicas e que maximizar potencial produtivo da soja.

 

O sucesso na colheita começa muito antes da semeadura, no momento da escolha da tecnologia correta e do planejamento detalhado do manejo de cada talhão. Ao escolher uma cultivar Brasmax com a tecnologia adequada, o produtor investe em um futuro de maior rentabilidade e sustentabilidade para sua lavoura. O foco deve ser sempre a consistência: produzir bem safra após safra, superando os desafios biológicos com base em dados, ciência e conhecimento técnico aplicado. Quer saber mais sobre como as tecnologias Brasmax podem transformar sua lavoura? Fale com um de nossos especialistas!

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